Difícil dizer exatamente do que sou feita e do que mais gosto ou mais admiro...
Equilibrar o conhecimento, o sentimento e a direção quando você permeia entre mundos diferentes, as vezes é um pouco confuso...
Bom, voltando pra quem ainda não notou eu trabalho na área de enfermagem num hospital onde moro. E, também sou fotógrafa.
A gente não se acostuma com a dor, mas, vemos com outros olhos e outra atenção.
Ver beleza num por do sol tem tanto significado, que pouca gente dá valor pra isso...
Conhecer e reconhecer um rosto com dor é fácil, pois olhamos muito além das palavras . E, sim todo gestual das pessoas, pacientes, parentes, colegas e etc.
Estar num ambiente festivo e poder registrar cada momento dele, é tão gratificante e único. Toda a alegria em pequenas explosões de sorrisos e lágrimas.
Atualmente trabalho com fotografia científica, é um tipo de fotografia com mais métrica, um tanto fria, direta. Contudo, com uma palavra mais atenciosa para aqueles que precisam de atenção durante sua jornada e tratamento.
...
Gosto muito do que faço e levo muito a sério todo trabalho de fotografia.
Porém, parte de mim, da minha alma...
Sente uma falta danada de voltar a ativa em projetos que vão além dos muros do hospital, mais parece um chamado pra voltar e resgatar velhos projetos, e outros engavetados.
Tanto que ressurgiram algumas propostas de trabalho de amigos.
Bóra lá ver o que vai dar não?
Minha alma é inquieta!
Quem precisa de dormir? ... ( Mentira, eu preciso dormir mais, mas, com qualidade)
Enquanto houver sopro de vida eu vou batalhar e também retomar os demais trabalhos!
É hora de acordar da hibernação...
O híbrido volta a ativa novamente...
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