
Depois de sexta feira passada quando eu percebi o quanto eu mesma estava me descuidando da minha saúde...
Como explicar 10 anos no mesmo lugar, e sem expectativas de melhoria, de coisas básicas para trabalhar adequadamente?
Até eu fiquei pasmo comigo mesma...
De vez em quando ouço alguém falar: "Seu trabalho é importante, cuidar de pessoas é importante..."
Mas quem está cuidando de mim lá no hospital? Se eu mesma não souber quais são minhas prioridades, arracam o meu couro e ainda digo: "Muito obrigada..."
Outras vezes eu me sinto numa linha de produção igual ao filme do Charlie Chaplin, em " Tempos Modernos", isso quando não sonho que estou trabalhando ainda...aff!
Por isso o corpo fica tão cansado e a mente mais vazia. Meus neurônios vão desfalecendo com a máquina que não pára e corpo é obrigado a ficar empurrando.
Deveria ter mais incentivo para as pessoas voltarem ou não pararem de estudar. E a realidade é bem diferente.
Os dias tornam se iguais e distantes.
Minha identidade pessoal e individual não existe quando estou "apertando parafusos", para aqueles que estão lá no topo eu não passo de número presente e produtivo ou um número ausente e doente.
Se não fosse pelo fato de ter voltado a estudar por conta própria com o incentivo da família e amigos. E de ter uma outra profissão que amo de paixão...( Fotografia)
Uma hora dessas eu estaria tentando dormir, mas provavelmente eu continuaria a empurrar essa bendita máquina que não pára, é o inferno, a treva...
Isso não é vida..
Como explicar 10 anos no mesmo lugar, e sem expectativas de melhoria, de coisas básicas para trabalhar adequadamente?
Até eu fiquei pasmo comigo mesma...
De vez em quando ouço alguém falar: "Seu trabalho é importante, cuidar de pessoas é importante..."
Mas quem está cuidando de mim lá no hospital? Se eu mesma não souber quais são minhas prioridades, arracam o meu couro e ainda digo: "Muito obrigada..."
Outras vezes eu me sinto numa linha de produção igual ao filme do Charlie Chaplin, em " Tempos Modernos", isso quando não sonho que estou trabalhando ainda...aff!
Por isso o corpo fica tão cansado e a mente mais vazia. Meus neurônios vão desfalecendo com a máquina que não pára e corpo é obrigado a ficar empurrando.
Deveria ter mais incentivo para as pessoas voltarem ou não pararem de estudar. E a realidade é bem diferente.
Os dias tornam se iguais e distantes.
Minha identidade pessoal e individual não existe quando estou "apertando parafusos", para aqueles que estão lá no topo eu não passo de número presente e produtivo ou um número ausente e doente.
Se não fosse pelo fato de ter voltado a estudar por conta própria com o incentivo da família e amigos. E de ter uma outra profissão que amo de paixão...( Fotografia)
Uma hora dessas eu estaria tentando dormir, mas provavelmente eu continuaria a empurrar essa bendita máquina que não pára, é o inferno, a treva...
Isso não é vida..

