terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

In memorian...



O que me define como normal?

O jeito como me visto?

O que eu leio?

O que eu falo?

Ou deixo de falar?

O que eu faço ou deixo pra trás...

Quem sabe o jeito como posto meus talheres, sento-me a mesa e rezo...

Deus me perdoe por aquela única vez em que perdi minha fé em tudo e todos e principalmente em mim mesma...

Nesses tempos modernos, onde a correria desenfreada que nos impede de olhar para os lados. A alma se perde em desespero daquele colega, amigo, vizinho...

O rosto perfeito, esconde muitas vezes a alma vazia e solitária...
A dor no peito sufoca e rouba o ar dos pulmões...
A cabeça enlouquece, a alma se perde e o corpo padece...

O limite ... Eu vi esse limite, mas nunca cheguei perto dele.

5 minutos bastam...

O amanhã não existe mais, o ar se foi, e a dor permanece para os entes queridos que ficam...

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