
O que me define como normal?
O jeito como me visto?
O que eu leio?
O que eu falo?
Ou deixo de falar?
O que eu faço ou deixo pra trás...
Quem sabe o jeito como posto meus talheres, sento-me a mesa e rezo...
Deus me perdoe por aquela única vez em que perdi minha fé em tudo e todos e principalmente em mim mesma...
Nesses tempos modernos, onde a correria desenfreada que nos impede de olhar para os lados. A alma se perde em desespero daquele colega, amigo, vizinho...
O rosto perfeito, esconde muitas vezes a alma vazia e solitária...
A dor no peito sufoca e rouba o ar dos pulmões...
A cabeça enlouquece, a alma se perde e o corpo padece...
O limite ... Eu vi esse limite, mas nunca cheguei perto dele.
5 minutos bastam...
O amanhã não existe mais, o ar se foi, e a dor permanece para os entes queridos que ficam...
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