Acabei de assistir a uma reportagem no fantástico sobre menor infrator, o tal de dimenor...
Na hora me recordei de um episódio que vivi como expectadora, e quase personagem...
Estava esperando o ônibus pra voltar pra casa, na Benjamin Constan. Subi a escada e fui entrando, paguei a passagem. De repente uma gritaria do lado de fora, e todo mundo parou pra assistir.
Um adolescente discutindo com um senhor que estava na calçada, tranquilo, também esperando o seu ônibus chegar. Depois apareceu mais um moleque, a discussão foi piorando a ponto do outro moleque ter a ousadia de dar um tapa no rosto daquele senhor....
Meu Deus... Que mundo é esse?...
Minha vontade era de pular daquele ônibus e pegar aqueles dois, não só minha, mas de todos que estavam dentro do veículo.
Até o motorista demorou pra engatar a primeira marcha. Talvez, estivesse esperando qual seria o desfecho daquela situação.
Minutos depois, "aqueles marginais", sairam correndo após perceberem o tumulto que causaram.
Aonde erramos?
Esse mundo anda de pernas pro ar...
Crianças que não são mais crianças, aguardam liberdade mesmo sendo reincidentes e homicidas?
Se não fosse somente por furtos, mas a crueldade que ronda os assaltos e arrastões.
Espancam, estupram e matam sem misericórdia.
Futuros marginais... que ao caírem nos hospitais baleados...
Não morrem...
Estatísticamente, bandido não morre, os mocinhos sim!
Nenhum comentário:
Postar um comentário